Atendimentos

A escolha pela Psicanálise e pela Terapia Ocupacional se deu na busca por oferecer dois tipos de atendimento clínico distintos, porém integrados.

Tenho experiência de uma década no atendimento clínico de adolescentes, adultos e idosos.

O meu propósito é trabalhar com pessoas que necessitem de ajuda para lidar com seus problemas ou situações de angústia e que busquem o autoconhecimento, de modo que possam viver melhor, de forma mais plena e com qualidade de vida. 

No consultório

        A Psicanálise é uma modalidade de atendimento clínico realizado no consultório, oferecendo um espaço privilegiado no qual a palavra é o principal recurso terapêutico.
     Por meio da relação estabelecida com o terapeuta, o paciente (analisando) tem a possibilidade de falar sobre seus conflitos, suas angústias e entrar em contato com as mais diferentes emoções. 
        O processo de análise possibilita ao paciente um maior autoconhecimento e a construção de novos modos de relação consigo, com sua própria história e com aqueles com quem se relaciona.


      A Terapia Ocupacional oferece um espaço no qual as atividades são o principal recurso terapêutico. Há situações nas quais o fazer é bastante organizador para o psiquismo e contribui para o (re)estabelecimento emocional. Diferentes atividades expressivas, manuais ou lúdicas podem ser realizadas durante os atendimentos no consultório, constituindo um espaço de fala e de fazer junto.
       As atividades são propostas e mediadas pela terapeuta, que constrói junto ao paciente os sentidos para sua realização.
    O processo terapêutico ocupacional possibilita ao paciente novas formas de se relacionar consigo, com as pessoas com quem se relaciona e com o seu próprio cotidiano.

 

Fora do consultório

      O Acompanhamento Terapêutico é um trabalho clínico realizado fora do consultório, voltado para a autonomia e (re) inserção social de pessoas que, por diferentes motivos, não criaram ou perderam a possibilidade de transitar nos espaços sociais. 
     O acompanhante terapêutico (at) vai até o paciente, em sua casa, na escola, ou em outras instituições, visando promover um encontro que possibilite um espaço de fala e de fazer junto, tendo a cidade e o cotidiano como os territórios fundamentais para esta prática.
      A construção deste trabalho pode se dar em conjunto com diferentes profissionais que estão ou podem vir a estar inseridos em cada caso – diferentes terapeutas, instituições de saúde, escola, trabalho, entre outros – compondo assim uma rede de cuidados que delineia um projeto terapêutico singular.